Introdução

Overview

Esta é a documentação técnica interna do AZ Collections. Ela existe para apoiar o desenvolvimento e as atualizações da plataforma — registrar o que está construído, o que está devendo e o que precisa acontecer a seguir.

  • Público Equipe técnica e produto
  • Uso Desenvolvimento e atualizações
  • Atualizado 25/09/2026

Conteúdo

Seis seções. Duas olham para o que existe e o que ele custa, três explicam como as peças funcionam por dentro, e uma olha para frente.

As seções desta documentação.
Seção Responde Quando consultar
Overview O que é esta documentação e como os serviços se dividem. No primeiro dia, ou para lembrar quem é dono de quê.
Débitos técnicos O que hoje custa tempo, dinheiro ou risco — e por quê. Ao planejar sprint, priorizar refatoração ou entender por que algo é lento de mexer.
Infraestrutura Visão geral (consumo e arranjo de servidores); APIs — Core, AZ Chat, AZ Dash, AZ Media e Testes de carga; Analytics; Rede e banda; Segurança. Ao dimensionar servidores, entender como um serviço funciona de ponta a ponta, medir o app ou corrigir uma falha de segurança.
Dashboard O que o painel administrativo faz, tela a tela, e o que ainda falta nele. Ao operar o painel, investigar um número dele ou planejar uma tela nova.
Features Sorteios e Convites — como cada um funciona, no app, no painel e no código. Ao mexer numa dessas funcionalidades ou responder dúvida da equipe sobre elas.
Próximos updates O que vem a seguir — gamificação, autenticidade, chat e busca —, lido contra o código. Ao priorizar a próxima frente ou estimar o que já está no chão.
Como ler os números

Contagem de arquivos, tamanho de serviços, versões de biblioteca e cobertura de tabelas foram medidos no código, não estimados. Afirmações sobre ambiente valem para a data indicada — ambiente muda, e memória envelhece.

Como a plataforma se divide hoje

O AZ Collections é um aplicativo e cinco serviços. Saber quem é dono de quê evita a confusão mais comum aqui — procurar uma funcionalidade no lugar errado.

Os serviços, seus repositórios, onde rodam e o estado de cada um.
Serviço Repositório Host De que é dono Estado
Aplicativo frontend.azcollections.mobile App Store e Play Store Toda a interface. React Native / Expo. Nas lojas (3.0.x) — 3.0.1 desde setembro de 2026; a 3.0.4 prestes a sair
Servidor principal api.azcollections.backendcore api.collectionsaz.com Identidade e contas, feed, coleções, busca, loja, checkout, pedidos, notificações, AZ Pay, sorteios e convites — e o hub de eventos, que mantém as projeções dos outros serviços para o app ver tudo numa lista só. Em produção
Chat api.azcollections.chat chat.collectionsaz.com Conversa, negociação e propostas de troca. Em produção desde 27/08/2026, com banco dedicado
Mídia api.azcollections.media az-media.collectionsaz.com AZ Play (vídeo, engajamento e feed próprio), envio de fotos e vídeos, moderação automática. Em produção desde 22/08/2026
Dashboard api.azcollections.dashboard PM2 na box az-prod Administração interna, relatórios e observabilidade. Em produção
Webhook do Stream az-stream-webhook-dispatcher Cloudflare Worker Replica o webhook do Cloudflare Stream para produção, staging e dev. Em produção

Os repositórios foram renomeados em 28/08/2026 para o padrão <tipo>.azcollections.<serviço>; os domínios de produção não mudaram. Nome de repositório não é host.

Entre os backends, a conversa é por eventos no RabbitMQ (a exchange collections.events, com idempotência por eventId), não por chamadas diretas: cada um mantém sua própria cópia do que precisa saber dos outros. É o que permite que um fique fora do ar sem derrubar os demais — e também o que explica por que um dado às vezes demora alguns segundos para aparecer em outro lugar. Já o aplicativo chama cada serviço direto, no dono do domínio — reel no media, conversa no chat, o resto no core. E o dashboard lê o banco do produto direto (a réplica de leitura existe no código, mas produção ainda não tem uma) e passa a escrever pelo core, via HTTP — categorias, anúncios e sorteio já fazem assim; o resto ainda escreve direto no banco.

Por onde começar

Para quem chega agora ao projeto, Débitos técnicos é a leitura mais curta e a que mais explica o comportamento do código: por que certas áreas são lentas de alterar, onde estão as armadilhas e o que já se sabe que precisa mudar.

Para entender um serviço por dentro, o ponto de partida é a página dele em Infraestrutura → APIs.